c-ECO INSTITUTEFELLOWSHIP · DOSSIÊ ACADÊMICO

c-ECO / FORMAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE CAPACIDADE

EM DESENVOLVIMENTO

Fellowship do Sistema c-ECO

Governança
Antecipatória

Domínio · Ocorrência
Região · Local

Brasão do c-ECO Institute

Uma formação internacional, totalmente virtual, para aplicar o framework c-ECO e seu monitoramento a casos definidos. Uma base comum de seis módulos, com conteúdos específicos por domínio e ocorrência e adaptação à região e ao local.

Estrutura
6 módulos
Modalidade
100% virtual
Público proposto
Internacional

Realização proposta: c-ECO Institute
Parcerias acadêmicas propostas: UFAM e Washington University in St. Louis — WashU. Participação e certificação institucional ainda não acordadas.

Explorar a proposta curricular

Explorar a central de Água e Saneamento →

01 / FINALIDADE

Uma formação geral com aplicações específicas

O Fellowship do Sistema c-ECO em Governança Antecipatória pretende qualificar estudantes, gestores e profissionais para aplicar o framework e seu monitoramento a casos definidos, com rastreabilidade, supervisão e responsabilidade.

A formação tem uma base metodológica comum e seis módulos. Cada percurso aplicado identifica o domínio pertinente, a ocorrência analisada, a região e o local. O participante aprende a organizar evidências, examinar dependências, avaliar limiares candidatos e propor procedimentos de governança adequados ao caso.

A primeira aplicação em desenvolvimento trata de inundações e alagamentos, com um caso de Manaus apresentado em página própria. Outros domínios e ocorrências exigirão conteúdos especializados, instrutores e evidências adequados; a estrutura geral não significa que todas as formações já estejam disponíveis.

Objetivos de aprendizagem

  • Delimitar o domínio e a ocorrência sem perder relações com outros domínios.
  • Definir a região e o local de aplicação, com suas particularidades.
  • Organizar fontes e documentar qualidade, incertezas e lacunas.
  • Aplicar os componentes pertinentes do framework, distinguindo hipóteses, calibração e validação.
  • Preparar um plano de monitoramento, responsabilidades e adaptação a outro contexto.

Não é necessário ter um projeto em execução para se matricular: o caso pode ser real ou simulado. Conclusão, banca opcional de credenciamento, autorização para submeter e licenciamento permanecem etapas distintas.

Esta página apresenta um programa em desenvolvimento. Parcerias acadêmicas, currículo e procedimentos de qualificação propostos permanecem sujeitos a acordo e aprovação.

02 / ORGANIZAÇÃO E PÚBLICO

Domínio ocorrência região local

A formação parte da capacidade metodológica e chega à aplicação territorial. O local escolhido organiza o caso; ele não restringe a origem dos participantes.

  1. 01 · DOMÍNIOCampo de aplicação

    Selecionado conforme a taxonomia vigente do c-ECO, com relações interdomínios explicitadas.

  2. 02 · OCORRÊNCIAProcesso ou evento

    Problema analisado, seus mecanismos e consequências. Primeira aplicação proposta: inundações e alagamentos.

  3. 03 · REGIÃOContexto regional

    Características ambientais, institucionais, sociais e linguísticas que condicionam a aplicação.

  4. 04 · LOCALCaso delimitado

    Território, sistema, ativos e fontes efetivamente estudados, com responsáveis e limites definidos.

A ocorrência não substitui a classificação canônica dos domínios. Uma inundação pode envolver vários domínios e cadeias de dependência. A região pode abranger mais de um país, e o local pode ser uma bacia, corredor ou sistema delimitado.

Como tratar a região em qualquer aplicação

A camada regional deve registrar processos relevantes, instituições e regras de acesso, fontes disponíveis, exposição, conhecimentos locais, idiomas e condições de participação. A camada local especifica o caso e seus dados. Transferir uma aplicação exige verificar ambas, sem copiar parâmetros ou limiares automaticamente.

Público internacional potencial

O programa se dirige a participantes de diferentes países que buscam aplicar governança antecipatória a casos definidos. Um caso local oferece uma situação concreta de aprendizagem sem exigir que o participante resida ou trabalhe naquele território.

Públicos internacionais pretendidos
PúblicoInteresse potencial
Gestores e profissionais de riscoConectar evidências, monitoramento, responsabilidades e decisões em seus próprios contextos.
Universidades e pesquisadoresAprender e examinar a metodologia por estudos de caso e aplicações comparativas.
Operadores de serviços e consultoriasAnalisar dependências, interrupções, recuperação e documentação de decisões.
Organizações de adaptação e desenvolvimentoPreparar equipes para aplicações locais com participação e transferência de capacidade.

A existência de cursos e comunidades internacionais sobre inundações mostra um campo de formação ativo. A UNESCO oferece, por exemplo, um curso em inglês com casos de Moçambique; a WMO descreve uma comunidade internacional que reúne diferentes contextos hidrológicos. Essas referências apoiam o uso de casos locais para públicos internacionais, mas não medem a demanda pelo c-ECO. [6] [7]

Materiais em inglês apoiam a participação internacional. Outros idiomas e condições de acompanhamento serão especificados para cada oferta.

Da aprendizagem local aos recursos regionais

A camada regional poderá incorporar resultados e aprendizados dos casos locais depois de revisados e autorizados para ensino. Entre os produtos possíveis estão procedimentos de qualidade das evidências, padrões de dependência a investigar, lições de monitoramento e exercícios de adaptação. O reúso regional deverá explicitar onde a evidência se aplica e o que ainda não foi testado.

Manaus poderá alimentar essa aprendizagem regional conforme o piloto avançar. O site ainda não apresenta resultados regionais validados nem publica os conjuntos de dados do piloto. A página específica do caso explica o caminho do estudo local à aprendizagem regional.

03 / EXPERIÊNCIA DE APRENDIZAGEM

Virtual com acompanhamento real

A formação combina estudo assíncrono, encontros síncronos em grupo e orientação individual. Os três formatos cumprem funções diferentes e devem constar da carga de trabalho de docentes e participantes.

A / ASSÍNCRONO

Estudar e construir

Leituras, vídeos, conjuntos de dados didáticos e exercícios que alimentam um portfólio progressivo do caso.

B / EM GRUPO

Discutir e testar

Seminários, análise de decisões, revisão entre pares e simulações de mesa com papéis definidos.

C / INDIVIDUAL

Orientar e verificar

Acompanhamento das dificuldades, devolutivas e verificação da autoria e do raciocínio de cada participante.

Um caso que acompanha os seis módulos

Cada participante desenvolverá um portfólio sobre um caso aprovado para fins pedagógicos. Poderá trabalhar com um caso disponibilizado para ensino, um conjunto simulado ou um caso próprio autorizado. Trabalhos em equipe deverão preservar a identificação das contribuições e a avaliação individual.

Carga horária total, duração de cada oferta, quantidade de encontros, relação entre orientadores e participantes e tamanho máximo da turma permanecem pendentes. Sua definição deverá partir dos entregáveis e do tempo necessário para avaliação e orientação, antes de confirmar preço e calendário.

04 / PROPOSTA CURRICULAR

Seis módulos um percurso aplicado

A sequência vai da delimitação do caso à preparação de uma aplicação territorialmente adaptada. As ementas são propostas para revisão conjunta.

Selecione um módulo para ler a ementa
01Domínio ocorrência e delimitação do casoContexto territorial e relações sistêmicas

Competência: definir o sistema, a pergunta de análise e a pertinência territorial do caso.

Conteúdo: inundações e processos associados; populações e ativos expostos; serviços interdependentes; mudanças na cobertura da terra; riscos de irreversibilidade e limites de inferência. Examinar o papel dos ecossistemas quando pertinente.

Atividade: delimitação orientada do caso e discussão em grupo das hipóteses iniciais.

Entrega: ficha do caso, mapa inicial de atores e serviços e registro das perguntas e lacunas.

02Framework c-ECO e arquitetura de evidênciasEstrutura metodológica e rastreabilidade

Competência: selecionar os componentes pertinentes do framework e justificar sua aplicação.

Conteúdo: framework c-ECO e suas estruturas de evidências e dependências; coerência metodológica; rastreabilidade; distinção entre relação analítica e achado sustentado empiricamente.

Atividade: exercício de seleção fundamentada de relações e construção de vínculos com evidências.

Entrega: mapa de aplicação metodológica e registro rastreável de relações selecionadas.

03Dados qualidade e interpretação territorialDo registro à evidência utilizável

Competência: construir um pacote de dados didático com procedência, qualidade e condições de uso documentadas.

Conteúdo: séries hidrológicas; drenagem e saneamento; dados geoespaciais e socioeconômicos; resolução temporal e espacial; dados ausentes; vieses; incerteza; controle de versões e acesso.

Atividade: leitura crítica de uma disponibilização autorizada do piloto ou de um conjunto simulado identificado.

Entrega: inventário de fontes, dicionário de dados, relatório de qualidade e limitações.

04Monitoramento limiares e testesAplicação supervisionada e limites de validade

Competência: propor monitoramento e avaliar critérios candidatos sem confundir ajuste com desempenho demonstrado.

Conteúdo: indicadores e parâmetros do caso; limiares candidatos; separação entre calibração e teste; referências comparativas; sensibilidade e robustez; alertas falsos, eventos não detectados e antecedência quando mensurável.

Atividade: teste retrospectivo ou exercício simulado, com registro explícito dos dados utilizados e reservados.

Entrega: plano de monitoramento e relatório de testes, incertezas e condições de revisão.

05Governança responsabilidades e decisãoDa interpretação ao encaminhamento institucional

Competência: relacionar estados e evidências a procedimentos institucionais sujeitos a autoridade competente.

Conteúdo: papéis, encaminhamentos, revisão independente, conflitos de interesses, recursos, proteção de dados e documentação; condições de resposta e capacidade de recuperação.

Atividade: simulação de mesa com informação incompleta, mudanças de estado e revisão das decisões.

Entrega: matriz de responsabilidades, procedimento de encaminhamento e registro fundamentado de decisões.

06Adaptação territorial e replicação responsávelTransferência para outro contexto de aplicação

Competência: preparar uma proposta de adaptação que explicite o que pode ser transferido e o que exige nova evidência.

Conteúdo: comparabilidade territorial; adequação institucional e linguística; participação local; requisitos de dados, revisão e manutenção; autorização de submissão e entrada no SIL.

Atividade: apresentação do portfólio final e defesa pedagógica das escolhas metodológicas.

Entrega: dossiê de adaptação para local real ou simulado, situado em uma região definida. A defesa da formação não substitui a banca opcional de credenciamento.

Relações analíticas e requisitos de auditoria orientam o raciocínio científico. Não são unidades de matrícula ou projetos automaticamente aprovados.

05 / QUALIDADE ACADÊMICA

Avaliar a capacidade demonstrada

A avaliação proposta combina entregas por módulo, devolutivas e um portfólio final individualmente verificável. A participação em encontros deve apoiar a aprendizagem; os critérios de conclusão precisam exigir evidências de competência.

Rubrica proposta para o portfólio
CritérioO que deve ser demonstrado
Delimitação e pertinênciaProblema, território, dependências e limites claramente definidos.
Evidências e rastreabilidadeFontes identificadas, condições de uso, qualidade e lacunas documentadas.
Aplicação metodológicaEscolhas justificadas e uso coerente das definições vigentes do c-ECO.
Testes e incertezaSeparação de hipóteses, calibração e validação; limites dos resultados reconhecidos.
Governança e adaptaçãoResponsabilidades viáveis e plano de transferência compatível com o território.

Propõe-se um ciclo de correção e reapresentação, com prazo, apoio e registro. Notas mínimas, pesos, frequência exigida, critérios de recuperação e recurso serão definidos no regulamento acadêmico. A quantidade de vagas deverá respeitar a capacidade de orientação e revisão.

O regulamento também deverá estabelecer regras de autoria, citação, colaboração e uso declarado de ferramentas de inteligência artificial. A equipe poderá verificar oralmente a compreensão e solicitar os registros de elaboração do trabalho.

06 / ETAPAS DISTINTAS

Da formação à atuação autorizada

01

Conclusão da formação

Atendimento aos requisitos acadêmicos. Documento de conclusão com emissor e escopo claramente identificados.

02

Credenciamento opcional

Banca específica para quem desejar solicitar credenciamento. Composição, independência, critérios, validade e recurso precisam de regulamento próprio.

03

Autorização para submeter

Decisão separada do c-ECO, conforme requisitos e escopo de atuação. Não implica aprovação automática das propostas apresentadas.

04

Licenciamento

Instrumento próprio com permissões, limites de uso, deveres e condições de manutenção. Não se presume incluído na matrícula.

Entrada de projetos e dados

Nenhum projeto ou contribuição de dados ao SIL, inclusive replicações, entra no Instituto sem fellow associado. A presença do fellow é condição necessária e não dispensa triagem, revisão, salvaguardas e aprovação. Exercícios acadêmicos permanecem no ambiente de ensino até eventual submissão formal.

Todos os participantes estão sujeitos aos requisitos aplicáveis de avaliação, independência e impedimento. Scholarship, docência e participação institucional não conferem aprovação ou credenciamento automático.

07 / CASOS DE APLICAÇÃO

Uma base comum casos próprios

Cada caso terá uma página específica, mantendo o projeto geral do Fellowship independente de uma única região.

O primeiro caso proposto aborda inundações e alagamentos no Igarapé do Quarenta. A página reúne o contexto amazônico, o local de Manaus, os temas científicos, as condições de uso dos dados e as contribuições locais propostas.

CASO 01 · EM DESENVOLVIMENTOAmazônia e ManausInundações e alagamentos · Igarapé do Quarenta →

Estudar o caso não exige residir na região. Utilizar seus resultados em outro território exige adaptação e validação próprias.

08 / DA PESQUISA AO ENSINO

Dados autorizados materiais verificáveis

O desenvolvimento do curso poderá acompanhar a pesquisa. Cada inclusão de dados do piloto deverá depender de uma disponibilização autorizada, com procedência, documentação e revisão. A versão didática será separada do ambiente de produção e dos conjuntos reservados a testes científicos.

  1. Selecionar. Identificar a competência pedagógica e o conjunto mínimo necessário, evitando exposição excessiva.
  2. Autorizar. Registrar custódia, licença, consentimentos e restrições. Anonimizar ou agregar quando necessário, avaliando risco de reidentificação.
  3. Documentar. Manter dicionário, período, resolução, lacunas, transformações, versão e usos permitidos.
  4. Revisar. Conferir interpretação científica, adequação pedagógica e salvaguardas antes da publicação no curso.
  5. Atualizar. Corrigir materiais preservando o histórico e informar aos participantes mudanças relevantes.

Dados simulados serão identificados de forma visível e acompanhados das regras de geração e de suas limitações. Se as evidências reais não estiverem prontas, poderão sustentar uma versão preliminar de ensino sem serem apresentadas como observações reais do caso.

Estudantes não deverão receber conjuntos reservados que comprometam testes independentes ainda em andamento. Acesso ao ambiente educacional não concede acesso ao SIL operacional, aos dados de parceiros ou a funções de decisão.

09 / COOPERAÇÃO ACADÊMICA PROPOSTA

c-ECO UFAM e WashU com funções definidas

A proposta articula direção metodológica do c-ECO, conhecimento científico territorial e desenvolvimento pedagógico. Não há parceria institucional confirmada.

c-ECO
INSTITUTE

Integração metodológica e governança

Coordenar o desenho do Fellowship, fornecer definições vigentes do framework, organizar a avaliação e manter separados os processos de conclusão, credenciamento, submissão e licenciamento. Responsabilidades e competências de aprovação deverão constar dos instrumentos internos aplicáveis.

UFAM
CCA E UNIDADES PERTINENTES

Contextualização científica e extensão no caso proposto

Discutir a contribuição das áreas científicas do caso à formação; revisar a interpretação territorial; desenvolver estudos de caso e preparar instrutores, conforme disponibilidade e aprovação. Investigar o enquadramento de extensão junto às instâncias competentes, com plano de trabalho e instrumento específico.

O eventual enquadramento em extensão e as responsabilidades institucionais serão definidos pelos procedimentos competentes da universidade.

WashU
UNIDADE A DEFINIR

Desenho pedagógico e colaboração internacional

Explorar revisão curricular, aprendizagem por casos, orientação, avaliação e desenvolvimento de instrutores. O Sustainability Exchange é uma referência de aprendizagem em equipes com clientes e orientação docente; sua participação no formato virtual internacional não está confirmada.

O CAPS informa oferecer programas personalizados de desenvolvimento profissional e certificados sem créditos acadêmicos. Essa possibilidade é uma via de discussão, não um compromisso de oferta, certificação ou endosso ao c-ECO.

O nome principal permanece Fellowship do Sistema c-ECO em Governança Antecipatória. Instituições e unidades parceiras poderão aparecer abaixo do título, com funções e logotipos autorizados. Participação individual de professor e memorando de entendimento não serão tratados como certificação institucional.

10 / RESPONSABILIDADE E INDEPENDÊNCIA

Qualificação com controles proporcionais

Propõe-se uma coordenação acadêmica com responsáveis pelo currículo, orientação e registros; responsáveis científicos por conteúdos especializados; e avaliadores elegíveis para as decisões que exijam independência. Composição, nomeações e poderes dependerão dos instrumentos aprovados.

Divisão proposta de responsabilidades
AtividadeResponsabilidade a pactuarControle necessário
Currículo e materiaisCoordenação c-ECO e colaboradores acadêmicos designados.Revisão científica e pedagógica com versões registradas.
Orientação e docênciaInstrutores contratados ou formalmente designados.Escopo, carga e conflitos de interesses declarados.
Avaliação da formaçãoAvaliadores acadêmicos designados.Rubrica, autoria verificável e possibilidade de recurso.
CredenciamentoBanca segundo regulamento próprio.Independência, impedimentos e decisão documentada.
Entrada de projetos no SILInstâncias competentes do c-ECO.Fellow associado, triagem e aprovações aplicáveis.
Resposta operacionalInstituições com autoridade sobre o território e os serviços.O curso e as simulações não atribuem autoridade operacional.

Conflitos financeiros, profissionais, institucionais, familiares ou relativos a propriedade intelectual deverão ser declarados e tratados por instância sem o conflito. A pessoa interessada não decide sobre o próprio impedimento. Recursos e reclamações precisarão ter destinatário, prazo e procedimento definidos.

Docentes podem contribuir com conteúdos sem que isso os torne automaticamente fellows autorizados. Projetos e dados destinados ao Instituto, inclusive os derivados de atividades de ensino, continuam sujeitos à regra de fellow associado e aos controles próprios.

11 / PROPRIEDADE INTELECTUAL

Permissões explícitas para criar ensinar e reutilizar

Antes da produção conjunta, os instrumentos deverão identificar materiais preexistentes, autoria e titularidade de novos conteúdos, permissões para uso educacional, traduções, adaptações, atualizações e reutilização após o financiamento.

Framework e materiais

O uso do framework e dos materiais educacionais está sujeito aos direitos e às permissões aplicáveis. Este projeto não transfere direitos nem substitui acordos de licença. Contribuições de parceiros e instrutores exigem termos próprios.

Dados e trabalhos

Acesso educacional não transfere a titularidade de dados. Trabalhos dos participantes deverão ter condições de uso e publicação pactuadas, com proteção de terceiros e reconhecimento de autoria.

Certificados deverão identificar o emissor e a natureza da formação. Qualquer emissão conjunta, reconhecimento acadêmico, uso de marca ou exploração futura de materiais financiados dependerá de aprovação e das condições contratuais pertinentes. Não se atribuem créditos, equivalência de diploma ou habilitação profissional por inferência.

12 / TRANSFERÊNCIA E ADAPTAÇÃO

Preservar o método verificar cada aplicação

O percurso comum pode apoiar aplicações em diferentes regiões. A adequação científica e institucional precisa ser estabelecida para cada combinação de domínio, ocorrência, região e local.

Base comum e requisitos específicos
Base reutilizávelO que precisa ser definido no caso
Seis módulos e critérios gerais de avaliação.Conteúdos especializados, perfil dos participantes e apoio necessário.
Procedimentos de evidência e documentação.Fontes, qualidade, acesso, resolução e conhecimentos locais.
Análise de dependências.Domínios, nós, serviços e mecanismos pertinentes à ocorrência.
Procedimentos de teste e revisão.Eventos, dados reservados, referências, parâmetros e limites de validade.
Princípios de governança e rastreabilidade.Autoridades, instituições, regras de dados e capacidade de resposta.

A transferibilidade é um objetivo de desenho, não uma validade universal demonstrada. Mesmo dentro da ocorrência inundações e alagamentos, processos fluviais, pluviais e costeiros podem exigir variáveis, modelos e respostas diferentes.

Cada replicação destinada ao Instituto deverá identificar domínio, ocorrência, região, local, fellow associado, responsáveis, evidências, adaptações, salvaguardas e plano de validação e manutenção. O exercício final pode preparar essa proposta sem se tornar automaticamente um projeto admitido.

A preparação de instrutores será específica, com prática supervisionada e avaliação da capacidade de orientar e avaliar. A conclusão do curso não habilita automaticamente à docência.

13 / DESENVOLVIMENTO E APROVAÇÃO

Etapas de desenvolvimento e critérios de aprovação

O Fellowship geral será desenvolvido por marcos de prontidão. Cada caso terá cronograma próprio, compatível com financiamento, acordos institucionais e disponibilidade das evidências. A duração da turma seguirá as necessidades de aprendizagem e orientação, sem se confundir com todo o cronograma científico de um caso.

ETAPA 1

Desenho acadêmico

Definir competências, seis módulos, rubricas, carga de trabalho e etapas de qualificação. Critério de aprovação: desenho revisado e responsabilidades definidas.

ETAPA 2

Preparação do caso e dos materiais

Identificar domínio, ocorrência, região e local; autorizar dados; produzir atividades. Critério de aprovação: materiais rastreáveis, adequados e revisados.

ETAPA 3

Teste da formação

Realizar uma oferta de teste com acompanhamento e avaliação. Critério de aprovação: evidências de aprendizagem, qualidade e carga de trabalho documentadas.

ETAPA 4

Revisão e preparação de novas ofertas

Corrigir materiais, preparar instrutores e consolidar os requisitos de adaptação. Critério de aprovação: versão revisada e capacidade de acompanhamento confirmada.

Produtos

Plano acadêmico e regulamentos; seis módulos comuns com conteúdos especializados pertinentes; materiais de cada caso; portfólios avaliados; guia de instrutores e adaptação; relatório de aprendizagem, inclusão e custos observados. Datas e metas de matrícula dependem do dimensionamento e da aprovação.

14 / PARTICIPAÇÃO

Condições da formação e apoio ao participante

A formação combina estudo independente, aprendizagem em grupo e orientação individual. Duração, carga horária, tamanho da turma, idioma e condições de participação serão informados para cada oferta antes da abertura de matrículas.

Poderão ser estruturadas scholarships para ofertas específicas. As condições de seleção serão divulgadas quando disponíveis. A bolsa apoia o acesso à formação e não garante conclusão, credenciamento, autorização para submeter ou licenciamento.

Trabalho técnico, desenvolvimento de instrutores e participação como estudante são funções distintas, com condições definidas nos respectivos instrumentos.

15 / ECOSSISTEMAS E ADAPTAÇÃO

Conectar governança e adaptação baseada em ecossistemas

Quando pertinente ao caso, a formação poderá examinar como funções dos ecossistemas contribuem para reduzir vulnerabilidades e apoiar a recuperação. Em aplicações de inundações, isso pode incluir condições ripárias e suas relações com exposição, infraestrutura e decisões territoriais.

Tratar de inundações não estabelece, por si só, que uma aplicação seja adaptação baseada em ecossistemas. Essa relação precisa ser demonstrada pelos objetivos, evidências e benefícios esperados do caso. Simulações e intervenções propostas devem permanecer distintas da efetividade observada.

16 / DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO

Como cada oferta será apresentada

Cada oferta identificará domínio, ocorrência, contexto regional e caso local. Objetivos, idioma, carga de trabalho, encontros, avaliação e requisitos de conclusão serão informados antes da matrícula.

O programa está em desenvolvimento. O site apresenta sua concepção educacional e aplicações propostas. Datas de matrícula e funções institucionais confirmadas serão divulgadas quando estabelecidas.

LEITURAS E RECURSOS PÚBLICOS

Conheça o campo de atuação

Estes recursos independentes oferecem contexto sobre os temas da formação. Não representam parceria ou endosso ao c-ECO.

  1. UNESCO Open Learning. Flood Hazard and Exposure Mapping. Curso em inglês que utiliza casos reais para ensinar avaliação de inundações.
  2. World Meteorological Organization. Flood Forecasting and Warning Community of Practice. Intercâmbio internacional sobre previsão de inundações e gestão de riscos.

c-ECO Institute · Programa em desenvolvimento · Colaboração acadêmica proposta sujeita a acordo institucional.

SIL · 19 DOMÍNIOS

Bibliotecas dos domínios

Água e Saneamento possui edição em português. Os 19 domínios possuem bibliotecas completas em inglês, com nove partes, 35 seções, referências científicas e casos documentados.